
Flor de liberdade
Duas mãos que se encontram.
Um navio chega ao seu destino.
Bocas e beijos que calam.
Sonhos adultos de um menino...
O dor e os passarinhos cantam.
O homem já não é pequenino.
As borboletas brincam e encantam,
O porto do desgosto, o adeus peregrino
Mas existem novas esperanças e caminhos.
Lindos jardins e estradas namoradas...
Mesmo distantes não estarão sozinhos.
O amanhecer renasce sempre as alvoradas.
Belos jardins não existem sem espinhos.
Um grande amor é uma flor de liberdade.
Que desabrocha no canteiro do coração.
Resistindo vitoriosa por toda eternidade.
-Juli Ribeiro-
Publicado no Recanto das Letras em 22/03/2011
Código do texto: T2863594
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