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Minha Prece de Esperança

Posted by: Juℓi Ribeiro in , ,



























Minha Prece de Esperança

Que eu não perca a fé e a a sensibilidade
apesar das duras pedras do caminho.
Que eu tenha esperança apesar de toda maldade.
Que eu continue plantando flores apesar dos espinhos.
Que em meu coração as sementes dos meus sonhos
brotem com a força e a luz de mil primaveras.
Que Deus me dê sabedoria para enxergar os campos risonhos,
afastando toda escuridão de minha alma que se entrega
inteira nesta prece e nos versos que componho.
Que eu não desista do amanhã e de recomeçar
ainda que eu tropece na neblina da solidão e saudade.
Que eu me levante, não esqueça de agradecer e perdoar.
Que a menina que mora em mim não deixe de acreditar
que a flor do amor vitoriosa sempre vai desabrochar...

-Juli Ribeiro-


Publicado no Recanto das Letras em 24/05/2011
Código do texto: T2989327
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

Você pode copiar, distribuir, exibir, executar,
desde que seja dado crédito ao autor original
(Juli Ribeiro. http://www.recantodasletras.com.br/autores/juliribeiro).
Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas


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A arte de ser feliz

Posted by: Juℓi Ribeiro in






A arte de ser feliz

Houve um tempo em que minha janela
se abria sobre uma cidade que parecia
ser feita de giz. Perto da janela havia um
pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra
esfarelada, e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre
com um balde e, em silêncio, ia atirando
com a mão umas gotas de água sobre
as plantas. Não era uma rega: era uma
espécie de aspersão ritual, para que o
jardim não morresse. E eu olhava para
as plantas, para o homem, para as gotas
de água que caíam de seus dedos
magros e meu coração ficava
completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o
jasmineiro em flor. Outras vezes
encontro nuvens espessas. Avisto
crinças que vão para a escola. Pardais
que pulam pelo muro. Gatos que abrem
e fecham os olhos, sonhando com
pardais. Borboletas brancas, duas a
duas, como refelectidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem
personagens de Lope de Vega. Às
vezes um galo canta. Às vezes um
avião passa. Tudo está certo, no seu
lugar, cumprindo o seu destino. E eu me
sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas
felicidades certas, que estão diante de
cada janela, uns dizem que essas coisas
não existem, outros que só existem
diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a
olhar, para poder vê-las assim.

-Cecília Meireles-

Para todas as Mães

Posted by: Juℓi Ribeiro in , ,





















Antes de ser mãe eu não conhecia

Antes de ser mãe eu não conhecia
Este amor sem limites, esta ternura infinita.
Ser mãe é o verso que se transformou em poesia
E a beleza da aurora em uma prece bendita.

Antes de ser mãe eu não conhecia
A flor da alegria que brotou e habita
No jardim do meu coração e amanhecia
Eternamente nos sonhos crescendo tão bonita!

No jardim de meus afetos, uma jóia rara,
brilha e aquece meu sofrido coração.
Minha vida inteira em amor se declara...

Nas tempestades a força da manhã clara,
Virá no teu sorriso iluminando a escuridão.
Eu te abraço, a esperança cura e a ferida sara...


-Juli Ribeiro-

Soneto publicado no Recanto das Letras em 01/05/2011
Código do texto: T2942035
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar,
distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original:
(Juli Ribeiro.http://www.recantodasletras.com.br/autores/juliribeiro ).
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