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Nossos sonhos não envelhecem

Posted by: Juℓi Ribeiro in ,





















Nossos sonhos não envelhecem

Nossos sonhos não envelhecem...
São eternos companheiros de jornada.
Na imensidão de nossos desejos.
Acordam com saudade na madrugada.

Desejos adormecidos não se esquecem...
São companheiros em nossa estrada.
São eternos como a lembrança que aquece.
Renascem e se encontram na alvorada.

Somos crianças esperando na janela,
a chegada da manhã doce e dourada.
Perfume de violeta, jasmim e rosa amarela...
Sorrisos e brincadeiras, acompanham a caminhada.

Nossos sonhos nos embalam, tão meninos...
Nos envolvem docemente em seus braços.
Acalentam com esperança os pequeninos
que cresceram e despertaram em seus abraços.

Juli Ribeiro


Publicado no Recanto das Letras em 26/04/2008Código do texto: T962426
Esta obra está licenciada sob uma
Licença Creative Commons.
Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito
ao autor original (Juli Ribeiro. http://www.recantodasletras.com.br/autores/juliribeiro).
Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

13 DE ABRIL DIA MUNDIAL DO BEIJO

Posted by: Juℓi Ribeiro in ,





















O Beijo

Os lábios ávidos de sede louca
sugam o gozo que se faz desejo
e a língua solta no clamor do beijo
levita aflita pelo céu da boca.

A voz que, há pouco, murmurava rouca
perdeu o timbre no febril cortejo...
O beijo envolve, em divinal ensejo,
os lábios ávidos de sede louca.

Primeiro, os olhos trocam luzes tontas
qual uma aurora em que a manhã desponta
trazendo juras a luzir promessas...

Depois, os lábios, relembrando o seio...
conjugam vidas em total enleio
pois é no beijo que o amor começa.

Vaine Darde

Mais sobre Vaine Darde em
http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=6879

A esperança é o alimento dos sonhos

Posted by: Juℓi Ribeiro in ,



A esperança é o alimento dos sonhos

A esperança é o alimento dos sonhos.
As cicatrizes lembram a ferida.
Estou curada e meu jardim é risonho.
Enfrento a vida, livre, feliz, atrevida...

Flores alegram os versos que componho.
Descobri que o meu grande amor é a vida!
Pinto luzes e cores no mundo tristonho,
Abraço com paixão, a alvorada agradecida...

A flor do sonho vem me beijar.
Vem florir na minha saudade.
O sol vem minha alma acalentar.

Os pássaros em prece estão a cantar!
O tempo e o vento levam a mocidade.
A criança caiu, mas aprendeu a levantar...

Juli Ribeiro

Soneto publicado no Recanto das Letras em 06/04/2008 Código do texto: T933417
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