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A cada minuto longe de ti eu morri

Posted by: Juℓi Ribeiro in ,



A cada minuto longe de ti eu morri


Confesso feliz que espero por ti.
Meus lábios se abrem em uma prece.
Que só o coração que ama conhece.
Minha alma sente que estás aqui.

Nos teus sorrisos e lágrimas vivi.
Meu corpo pelo teu amor padece.
Tudo ao redor contigo parece.
A cada minuto longe de ti eu morri...

Mas meu coração teima e faz serenata!
Meu amor ao teu encontro flutua.
Segue os teus passos e o vento na rua.

Raios de luar se derramam cor de prata.
Encontro-te amor suavemente e a lua,
vem me dizer que me queres plena e nua.

Juli Ribeiro

Soneto publicado no Recanto das Letras em 17/05/2007Código do texto: T490911
Esta obra está licenciada sob uma
Licença Creative Commons.
Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor
Você não pode fazer uso comercial desta obra.
Você não pode criar obras derivadas.

Resistência...

Posted by: Juℓi Ribeiro in , ,






"Temos que insistir e resistir.
No imenso país das lágrimas.
Caminhar e aprender a sorrir.
A encontrar novas rimas. . ."


(Juli Ribeiro)

"Sejamos imprescindíveis...
Há homens que lutam
um dia e são bons;
Há outros que lutam um ano
e são melhores;
Há aqueles que lutam muitos anos
e são muito bons;
Porém há os que lutam toda a vida
Estes são os imprescindíveis"

(Bertold Brecht)

"Não faças da tua vida um rascunho,
pois pode não dar tempo
de a passares a limpo
O valor das coisas
não está no tempo
que elas duram,
mas na intensidade
com que acontecem.
Por isso existem
momentos inesquecíveis,
coisas inexplicáveis
e pessoas incomparáveis"

(Fernando Pessoa)

25 de maio, dia internacional das crianças desaparecidas

Posted by: Juℓi Ribeiro in ,





















25 de maio
"Dia internacional das crianças desaparecidas"

Acalanto para a criança desaparecida

Mãezinha querida!
Minha barriga dói,
sinto fome!
Sinto mais ainda,
a dor de não estar nos teus braços...
Estou perdida!
Não entendo...
Porque nesta vida
me levaram para tão longe de ti.
Fecho os olhos.
Nos meus sonhos
te escuto a cantar,
docemente me abraçando.
Penso que estás aqui.
Tenho medo...
Quero o teu colo na escuridão,
mas só consigo chorar
e sentir o amor
que vem do teu coração.

Juli Ribeiro

Vamos nos unir através da solidariedade,
demostrar nossa tristeza
pelo sofrimento destas famílias.
Não só neste dia, mas em todos
os dias do ano.
Pedir as autoridades que tomem
providências mais rígidas
sobre este assunto.
Fazer uma preçe para abrandar
os corações destas pessoas
que afastam estas crianças
dos seus lares e provocam
tanta dor e sofrimento.

O meu "Meme"!

Posted by: Juℓi Ribeiro

O meu "Meme"!

A minha querida amiga Carla do blog Serenidade http://serenidade3.blogspot.com/
passou-me um "meme" e terei que nomear 6 blogues que darão seguimento a este desafio
caso desejem fazê-lo.

O meu "Meme"!

Existe dentro de mim
um universo de palavras,
versos soltos, rimas raras.
Onde as letras brilham
e se tranformam em estradas...
(Juli Ribeiro)
Publicado no Recanto das Letras
em 23/05/2007Código do texto: T498700

"A brasa longe do fogo esfria..."
Mas seu fogo arde eternamente
em um segundo de prazer.
(Juli Ribeiro)
Publicado no Recanto das Letras
em 07/11/2006 Código do texto: T284477

Este é de minha querida amiga Serenidade:
“Em cada Planeta, Estrela, Cometa, raio de Luz,
Ser vivo, gota de Água, molécula, átomo…
está o divino a manifestar-se.
Somos o Todo e Unos na manifestação da Energia Vital.”
(Carla Madureira)

Um "meme" é um "gen ou gene cultural" que envolve algum conhecimento
que passas a outros contemporâneos ou a teus descendentes.
Os memes podem ser ideias ou partes de ideias, línguas, sons, desenhos,
capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa
que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma.
Simplificando: é um comentário, uma frase,
uma ideia que rapidamente é propagada pela Web,
usualmente por meio de blogues.
O neologismo "memes" foi criado por Richard Dawkins
dada a sua semelhança fonética com o termo "genes".

Uma nova esperança, um novo dia

Posted by: Juℓi Ribeiro in ,


Uma nova esperança, um novo dia

Uma nova esperança, um novo dia.
Uma nova resistência e oportunidade.
A inocência de mãos dadas com a alegria,
segue construindo a felicidade.

Temos que insistir e resistir.
No imenso país das lágrimas.
Caminhar e aprender a sorrir.
A encontrar novas rimas.

São tantos desafios, tantas disputas...
Tome atitudes, resista, seja forte.
Vale a pena, pense no motivo porque lutas!

Por isso não duvides, simplesmente não discutas.
Não fraquejes, siga em frente, não temas a morte.
Faz parte da poesia de tua vida, escutas.

Juli Ribeiro

Soneto publicado no Recanto das letras em 19/05/2007
Código do texto: T493549
Esta obra está licenciada sob uma
Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Juli Ribeiro. http://www.recantodasletras.com.br/autores/juliribeiro). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

Meus pensamentos vão te encontrar...

Posted by: Juℓi Ribeiro in ,


Meus pensamentos vão te encontrar...

Uma lágrima escorre ardente!
Eu sonho acordada com alguém.
Que é minha mania de querer bem.
Para quem guardei meus beijos ternamente.

Seu encanto está sempre presente.
Não recordo de mais ninguém.
Segura e feliz vou mais além.
Ao amor me entrego perdidamente.

Meus pensamentos vão te encontrar...
Suaves como a doce brisa da alvorada.
Repletos de saudade, paixão e vida.

Escuto os pássaros felizes a cantar.
Dos teus carinhos sou a namorada.
A eterna acolhida, o medo da despedida.

Juli Ribeiro

Soneto publicado no Recanto das Letras em 14/05/2007Código do texto: T487261
Esta obra está licenciada sob uma
Licença Creative Commons.
Você pode copiar, distribuir, exibir, executar,
desde que seja dado crédito
ao autor original (Juli Ribeiro.
http://www.recantodasletras.com.br/autores/juliribeiro).
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Feliz dia dia das Mães

Posted by: Juℓi Ribeiro

A dor ternamente explode e domina

Posted by: Juℓi Ribeiro in ,


A dor ternamente explode e domina

A saudade me envolve como a neblina.
Longe do meu coração grita a esperança.
Entrego-me a tua falta, aflita e mansa.
A dor ternamente explode e domina.

Meus sentimentos são como a água cristalina.
Escorrem dentro de minha fonte em segurança.
Meu amor por ti docemente descansa...
Sonhando com teus abraços e a dor desatina!

Como a alvorada radiante, vieste!
E me inundasses do azul celeste.
Dentro de mim renasceu o amor mais puro.

A recordação me invade plenamente e alivia.
Brilham na minha face lágrimas de alegria.
Sigo encantada e forte imaginando o futuro.

Juli Ribeiro

Soneto publicado no Recanto das Letras em 10/05/2007Código do texto: T482405
Esta obra está licenciada sob uma
Licença Creative Commons.
Você pode copiar, distribuir, exibir, executar,
desde que seja dado crédito ao autor original
(Juli Ribeiro.http://www.recantodasletras.com.br/autores/juliribeiro).
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Minha Mãe

Posted by: Juℓi Ribeiro in


Minha mãe


Minha mãe, minha mãe, eu tenho medo
Tenho medo da vida, minha mãe.
Canta a doce cantiga que cantavas
Quando eu corria doido ao teu regaço
Com medo dos fantasmas do telhado.
Nina o meu sono cheio de inquietude
Batendo de levinho no meu braço
Que estou com muito medo, minha mãe.
Repousa a luz amiga dos teus olhos
Nos meus olhos sem luz e sem repouso
Dize à dor que me espera eternamente
Para ir embora. Expulsa a angústia imensa
Do meu ser que não quer e que não pode
Dá-me um beijo na fronte dolorida
Que ela arde de febre, minha mãe.


Aninha-me em teu colo como outrora
Dize-me bem baixo assim: – Filho, não temas
Dorme em sossego, que tua mãe não dorme.
Dorme. Os que de há muito te esperavam
Cansados já se foram para longe.
Perto de ti está tua mãezinha
Teu irmão, que o estudo adormeceu
Tuas irmãs pisando de levinho
Para não despertar o sono teu.
Dorme, meu filho, dorme no meu peito
Sonha a felicidade. Velo eu.


Minha mãe, minha mãe, eu tenho medo
Me apavora a renúncia.
Dize que eu fique
Dize que eu parta, ó mãe, para a saudade.
Afugenta este espaço que me prende
Afugenta o infinito que me chama
Que eu estou com muito medo, minha mãe

Vinicius de Moraes
(1913-1980)

in “O caminho para a distância
“in “Poesia completa e prosa: “O sentimento do sublime”
Mais sobre Vinícius de Moraes em

Não deixe que a rotina acomode...

Posted by: Juℓi Ribeiro in ,




















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