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Você é minha eternidade

Posted by: Juℓi Ribeiro in ,



Você é minha eternidade

Raios de sol dourados
brilham felizes em seus cabelos.
O vento brinca contente
beijando o seu rosto.

As borboletas voam...
Seguem-te e não mentem,
querem pousar no teu pescoço.
Meus olhos renascem nos teus.

Através dos teus lindos olhos
eu vejo os nossos sonhos...
Neles mergulho sem medo do adeus
nem dos dias tristonhos

Bebendo cada momento
esqueço todo sofrimento.
O tempo passa tão rápido!
A alegria se transforma em saudade.

Sinto tuas mãos nas minhas.
Mas sei que é breve a felicidade
agradeço por estar ao teu lado.
Nesse segundo “você é minha eternidade”

Juli Ribeiro

Publicado no Recanto das Letras em 23/02/2007Código do texto: T390403
Esta obra está licenciada sob uma
Licença Creative Commons.
Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito
ao autor original (Juli Ribeiro. http://www.recantodasletras.com.br/autores/juliribeiro).
Você não pode fazer uso comercial desta obra.
Você não pode criar obras derivadas.

Tu és meu porto, meu farol, minha sorte

Posted by: Juℓi Ribeiro in ,














Tu és meu porto, meu farol, minha sorte

Nos teus olhos encontro ternura e abrigo.
Tu és meu porto, meu farol, minha sorte.
Entrego-me ao teu abraço carinhoso e forte,
nesse momento estou a salvo do perigo.

Tua saudade é o meu castigo.
Não tenho medo da morte.
Teu amor faz com que eu suporte,
as longas horas que não estou contigo.

Meu coração contente, se quebra em mil pedaços,
ao ver teu amado e risonho semblante.
Meu amor desata todos os laços!

No vai e vem dos beijos, inconstante...
Aperto-te feliz em meus braços.
Tu és meu porto seguro, meu amor e amante.

Juli Ribeiro

Publicado no Recanto das Letras em 19/02/2007Código do texto: T386842
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Barbaridade!

Posted by: Juℓi Ribeiro


















Esta semana aqui no Brasil,
ocorreu uma barbaridade
que apavorou nossos corações,
principalmente os corações das "mães brasileiras".
Uma família foi assaltada e os ladrões ao levarem o veículo,
não deram tempo para uma senhora soltar
o cinto de segurança de seu filho.
O menino de seis anos foi arrastado pelo veículo
sem nenhuma piedade pelos marginais.
Pensem na dor dessa mãe ao presenciar
essa brutalidade!
O que fazer no mundo em que o crime e a impunidade
permite que uma atrocidade destas aconteça?
Isso sem falar de muitas outras que aconteceram
e de outras que estão acontecendo a todo o momento
e não estamos sabendo!
O que será de nossos filhos e dos filhos de nossos filhos?
O que será de todos os filhos de Deus?

QUANDO EU NASCI

Quando eu nasci,
ficou tudo como estava,
Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve Estrelas a mais...
Somente, esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu
e agradeceu.
Quando eu nasci,
não houve nada de novo senão eu.
As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...
P'ra que o dia fosse enorme,
bastava toda a ternura
que olhava nos olhos de minha Mãe...

-José Régio-

Posted by: Juℓi Ribeiro in














AS LINHAS QUE ESCREVE O POETA


"As linhas que escreve o poeta,
se transformam na luz das estrelas
e nos faróis dos portos.
Nos guiando ao encontro
do fantástico mundo dos sentimentos"
(Juli Ribeiro)

Publicado no Recanto das Letras Código do texto: T261475
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Soneto para minha Mãe

Posted by: Juℓi Ribeiro in



Soneto para minha Mãe

Beijo tua cabeça tão branquinha
Sonhando sonhos lindos de menina!
Para mim tu és uma luz divina
Toda a minha incerteza advinha...

Hoje tu és uma andorinha,
feliz fugindo da neblina.
Brilhas como colorida purpurina.
Não me deixarás triste ou sozinha.

Sinto falta do teu abraço.
Da saudade dolorida, fiz o meu segredo.
Vou te seguindo na vida, traço a traço.

Tu escondias a preocupação, o cansaço.
Todas as dores, lágrimas e medo.
De imenso amor é nosso eterno laço...

Juli Ribeiro

Publicado no Recanto das Letras
em 05/02/2007Código do texto: T370178
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Por aqueles olhos castanhos...

Posted by: Juℓi Ribeiro in



Por aqueles olhos castanhos...

Por aqueles olhos castanhos...
O oceano eu cruzaria.
Mergulharia todos os sonhos
fosse tempestade ou calmaria.

Por aqueles olhos castanhos...
Tudo eu enfrentaria.
O mundo seria risonho
nada eu temeria.

Aqueles olhos não sabem
o encanto e o poder que tem.
Suaves e serenos me invadem...

Acalmam-me, deles sou refém.
Na luz da esperança eles me mantêm.
Serão eles os culpados, de tanto te querer bem?

Juli Ribeiro

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